segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Pouca terra, pouca terra, muito mar, muito mar!














Funchal-Portimão
Fotografia de LM e RMP

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Yet to Come

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Com um beijo

Vi um pedaço de beijo
No canto da boca a nascer
Mas o beijo ficou pendurado
Até que outro beijo lá foi ter

E tanto do pouco que era um beijo
A um longo outro beijo se juntou
O abraço entrou bem no meio
E o céu que há na boca se acendeu

LM

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

FAZER A FESTA, APANHAR AS CANAS







Fotografias de LM

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

POP Sinfónico




Fotografias de LM

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

A formiga e a cigarra

terça-feira, 29 de Setembro de 2009

De volta

45 com Mafalda

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Por aqui...


Podia, podia esmiuçar resultados e levantar questões. Como 200 euros me separaram do voto, fico por aqui. Aqui são os finais de tarde esperados mas imprevisíveis. São as conversas fluidas ao som de um copo de gelado de limão e lambrusco, apimentadas por scones com delícias. Fala-se de tudo, por aqui. Dos gatos que não são parvos, dos latidos que insistem, das roupas escabrosas, da esperança que se provoca, dos colegas que não admitem, dos empregos que assobiam, das casas que se engraxam, das semanas que se abreviam, dos olhares que são primeiros, dos avós que compram histórias, dos dias que nos enganam. Ora, aqui faz-se muito, muito mais do que entregar boletins de concursos, mais do que manter posturas falsas, mais do que saber tudo, mais do que ser comandado, mais do que ganhar nas contas. E aqui é só o começo.


LM

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

AUSTRÁLIA

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

É a vida!

Parece que ainda agora entrei na Universidade com o nariz a pingar água enfarinhada e os olhos esbugalhados de sono, tantas foram as subidas ao escadório mais íngreme do distrito, de costas, com um mapa que indicava o arbusto selvagem menos protegido da época, urinol de uns quantos rapazes apertados de vida nas veias! Ora, estava em Portalegre, o meu retiro de estreia, depois de uma inútil tentativa de entrar para medicina. Só então veio Braga. Evitei, primeiro, mas depois deixei que a cidade se infiltrasse. Atirada para o lado dos transferidos, de onde só um padre se salvava, acabei na perdição do grupo-mor: As Brasas! Tudo porque a mais loira das serranas (as piadas jocosas não são bem-vindas, já que a miúda é uma pedra preciosa!), decide apimbalhar qualquer momento, falando no sentido literal da coisa, e aproveitou para me sacar uns estalinhos de dedos em uníssono com a Ágata. Apanhada! Se o Emanuel não se tivesse expressado com tanta clareza, ainda hoje estaríamos nas ruas da amargura sem saber apelidar aquele género musical que dignifica as “Noites com Lina”. Daí para a frente foi um passo! Subiu-se de nível e interesse. À brasa de Seia juntaram-se as brasas de Braga, do Porto, de Gaia, de Valongo, da Palhaça… enfim! Miúdas com pinta de gangsters finos, vestidas de rock n´roll em salto alto e acompanhadas por Bach. Sim, porque os meus serões eram, quase sempre, bem diferentes. Enquanto as meninas se serviam nos bares da época, já eu ficava a ouvir os gritos de alegria dos animalejos noctívagos no Conservatório Calouste Gulbenkian. Conto, pelo menos, uma barata e outro dito rastejante que não consegui decifrar. Obra do Espírito Santo, alguém tinha conseguido uma licença para que eu estudasse piano, imagine-se, quando todos os outros dormiam (ou não!). Mas não perdi os bailes dançantes onde, não eram raras as vezes, abríamos e fechávamos a porta do recinto… em cima de colunas de som! Como íamos lá parar? Inebriadas, talvez, não pelo álcool (todas alérgicas, fique assente!) mas pela esperança de mudar a rota do mundo. Meses depois escolhíamos lugares desencontrados: Espanha, Bélgica, Grécia, Itália. Acumulámos outras tantas experiências, línguas, caminhos, e voltámos mais pesadas, com a aventura a brotar-nos dos olhos. Alguns fizeram amigos, outros fizeram mais-do-que-amigos. Todos fizeram mais. Isso continua a ser importante. No ano seguinte, houve tempo para atirar os pijamas para umas festas, e depois despedirmo-nos num até breve que, em alguns casos, dura até hoje.
Parece que ainda agora entrei na Universidade com o nariz a pingar água enfarinhada, e já dou por mim a ler as novidades de rostos queridos que se multiplicam e são, pelo menos, já quatro. As barrigas crescem de felicidade e os nós vão-se apertando com justeza no peito. Mulheres com letra grande, que se fizeram à estrada e cumprem a missão mais importante: viver!
Sou a próxima!

LM

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

CRESCER


Fotografia de LM

segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

DIMANCHE












Fotografias de LM

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

11,09,01


Fotografia de LM

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

BLUE MOON


Fotografia de LM

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Foi assim...

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

De lés-a-lés (parte III)

DOURO







Fotografias de LM e RMP

terça-feira, 25 de Agosto de 2009

De lés-a-lés (parte 2)

SERRA




VOLTA a PORTUGAL EM BICICLETA


LISBOA













TRAIN VIEW

Fotografias de LM

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

De lés-a-lés (parte 1)

ESTÓI








MONTE GORDO









REDONDO













ÉVORA




PORTO

Fotografias de LM e RMP

terça-feira, 28 de Julho de 2009

CENAS DE UM CASAMENTO












Fotografias de LM

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Deus dá voz a quem tem dentes!




B.B.

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Cartas

Estimado tempo:


Tens andado a fugir. Cruzas a rua sempre que me vês e nem sequer te lembras que é Natal! Pergunto-me se te terei dado alguma resposta incómoda (como é meu hábito), se continuo demasiado exigente ou se te inquietou quando te pisquei o olho, em jeito de engate, na outra noite. Coraste, é verdade, mas foste avançando no ritmo de sempre, sem vacilar por um segundo que fosse. Preferia que tivéssemos uma ligação hipertextual, que quebrássemos a linearidade e que parasses quando - note-se - me apetece! Gosto de pensar que posso, na promenade, distender-me nos teus braços e ficar ali, a respirar profundamente. Preciso imaginar que te dás infinitamente e me deixas espreguiçar na curiosidade do sol. Até queria, vê bem, poder lavar a lingerie à mão com sabonete aromático e deixá-la a secar na brisa que corre na varanda. Coisas fúteis mas coisas minhas.
Por isso, tempo, não corras que te preciso. Marcamos pelo menos encontro na próxima semana? Estarei em Braga a “casar” uns amigos e depois no Porto a viver em família. Diz-me sim! Sim!

LM

ATÉ À LUA

domingo, 19 de Julho de 2009

A NEW(s) MAN

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Coisas Raras

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

BOLOS E BOLINHOS


Fotografias de LM

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

My Band




Campo de Férias Musical
Fotografias de LM

quinta-feira, 9 de Julho de 2009

New Kids on the Block




Campo de Férias Musical
Fotografias de LM

domingo, 5 de Julho de 2009

And all that Jazzzzzzzzz







Funchal Jazz 2009
Fotografias de LM

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

68

terça-feira, 30 de Junho de 2009

MIAMI

segunda-feira, 29 de Junho de 2009

CONCERTO DE FRALDAS





Fotografias de RMP

sexta-feira, 26 de Junho de 2009

50

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

VICE-VERSA


Fotografias de LM

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Véu da Noiva

Fotografia de LM

sexta-feira, 19 de Junho de 2009

O contrabaixo e a flauta

História de uma árvore que queria ser pássaro

Tem os pés ligados à terra
E a cabeça solta nas nuvens
Os ramos estendem-se como cordas
Onde se pode pendurar
Um mi, um lá, um ré, um sol
E às vezes um dó para beliscar

Mas a Árvore só pensa em fugir
Tirar o tronco do chão
E o umbigo do cavalete
Levantar o arco nos ramos
Voar com duas notas
Pelo céu alegrete

É então que vê o Piu
Que costuma lá passar
Para “bom dia!” dizer
Sempre bem-disposto
Com longas penas prateadas
E o bico a condizer

A Árvore decide pois perguntar
Se o Piu não quer por acaso trocar
Ela ganhava asas perfeitas
E ele raízes estreitas

Piu põe-se a pensar

A pensar

A pensar

E só encontra uma resposta
(Nem direita nem torta)

-Árvore grande e fabulosa
Não sabes a sorte que tens
As folhas abrigam-te da chuva
Chuva que te alimenta também

(e continua)

Tens a cabeça subida
E podes ver todos os animais
Os teus pés estão escondidos
E ninguém te caça, como a nós pardais!

A Árvore parece convencida
E reflecte na argumentação
Afinal, ninguém como ela sabe
Que no fundo da verdade
Ser Árvore crescida
É ter uma vida florida

LM

quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Espelho meu, espelho meu




Fotografias de LM e RMP

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Sketch Book


Fotografia de LM

terça-feira, 16 de Junho de 2009

Instinto





Fotografias de LM